29 de janeiro de 2020

Correnteza – Marina Santana e Leo Costa

A parceria marcada por sua primeira composição em 2012 agora chega aos palcos com arranjos no formato violão e voz explorando a dramaturgia da canção. Para isso entende os recursos musicais como ferramentas de arte dramática conduzindo o espectador em uma viagem sonora por dentro da música. A partir disso, Correnteza navega por diversos estilos brasileiros como xote, bossa, ijexá, chula entre outros, em um fio de correntes internas que aflora influências regionais baianas, mineiras, paulistas entre outras com uma estética contemporânea. Sem a intenção de ser um espetáculo teatral mas se utilizando do mesmo pensamento cênico, Correnteza é o resultado do encontro de afluentes artísticos da música sob um olhar dramatúrgico formando um fluxo criativo comum. 

 

Marina Santana, paulistana filha de mineira e baiano, é atriz, cantora e compositora. Possui carreira bastante ativa em trabalhos como dublagem e voz original, além de atuar em espetáculos teatrais. Tem seu trabalho de pesquisa e estudo focado na atuação de voz. Na música teve início aos 14 anos como percussionista e backing vocal da banda de forró Bakulejo, liderada por seu pai. Desde então, já participou de musical brasileiro, cantou jingles de grande veiculação nacional e realiza trabalhos de dublagem musical.

 

Leo Costa, torrinhense e paulistano, é violonista, compositor e arranjador. Traz em sua música o universo do violão tanto em sua vertente interpretativa quanto em seu uso como instrumento de composição buscando uma estética que tange o reconhecível e o inusitado. Seu primeiro álbum “Leo Costa” (2018), mostra o lado solista do compositor e também o seu trabalho em grupo. Produziu e arranjou os álbuns “Tempos de Canção” (2016) do compositor Álvaro Cueva e “Estação Felicidade” (2018) de Augusto Teixeira, com participação de Zeca Baleiro e Ceumar. Recebeu o Prêmio Funarte de Música Brasileira pelo coletivo de violonistas “Comboio de Cordas”, em 2012.